Mesada ou caixinha, quem não dá, sofre

Era um país estranho, com uma estranha democracia, com legisladores representantes do povo que povo algum representava.

Imutável, porque as mudanças apenas representavam uma alteração de nomes. A mesma coisa com outras moscas.

Eram menos de 30, mas com um poder… imensurável. E uma fome dos patacos (moeda desse país imaginável).

Era mesada ou caixinha, ou perda do poder executivo… uma vez, aconteceu, mas os vinte e poucos ladrões colocaram no comando o próprio Ali Babá, que desta vez ficou com o tesouro e a tornozeleira… Amodernou-se e aliou-se a outros experientes safardanas.

O final da história sem moral alguma, buscam e rastreiam os libertos que têm interesse nas obras dos castelos e jardins e a quem eles disponibilizam a verba, que tem por destino final as mesadas ou caixinhas daqueles pouco menos de trinta.

Tenham por certeza que mudanças apenas representam alteração das moscas, o resto permanecerá igual.

A noite é uma criança e os servidores são bebês

Interrompe-se o fluxo de tráfego da Avenida Gury Marques durante o dia para a “pintura de faixas” na rotatória que interliga Av. Gury Marques, Av. Manoel da Costa Lima e Av. Interlagos. Parece que ninguém entende que Campo Grande é uma Capital e esses serviços poderiam ser realizados no período noturno.

Mas, pagar hora extra e adicional noturno, nem pensar. Tudo fica parado, tudo fica travado.

Nesse mato tem coelho

Renê Siufi não é tolo, muito pelo contrário. O pedido de desistência do Habeas Corpus de André Puccineli, André Puccinelli Júnior e João Paulo Calves, que estava sob análise do Supremo Tribunal Federal (STF), até que seja reanalisado pelo Tribunal Federal Regional da 3a. Região mostra orelhas de coelho por sob a relva…

Nessa terra não tem casas

Famílias que ocuparam uma área da falida Homex fizeram manifestação defronte a Prefeitura da Capital. Marquinhos disse que Invasão é proibido. Essas pessoas invadiram de uma empresa que veio para cá para venda de apartamentos e quebrou.  …  Lei de propriedade, não pode invadir o que tem dono. Se todas as vezes for dar casa para quem invade, vai ser uma onda de invasão. Não vou admitir pessoas sendo beneficiadas porque invadem. Tem pessoas na fila há 20 anos aguardando em ordem”.

Pois é, basta colocar em prática um programa habitacional decente, que atenda a população e não aos políticos. Quem aguarda 20 anos, talvez já tenha conseguido seus sete palmos de terra.

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