Eu quero mesmo é ser Prefeito

Engana quem gosta. Esse bando de “candidatos” a deputados estaduais e federais que apenas querem lançar seus nomes às candidaturas possíveis. Esse País tá um lixo. Moral Zero. Aliás, discutir moral é jogar pérolas aos porcos.

Gostaria de poder discutir ideologias políticas, mas como e quando, se temos trinta e nove partidos. Há tanta ideologia? Duplas sertanejas, talvez, e todas com a péssima qualidade de uma obra musical reverenciada pelo mal gosto.

Esqueçam.

São mal ajambrados factoides que pretendem se lançar candidatos nas campanhas eleitorais às diversas prefeituras. Ganhar por ganhar algum subsidiozinho. Campanha paga por nossos impostos. Sempre foi assim.

Pagamos pelos apadrinhamentos políticos das empresas – que têm benefícios tributários – que pagamos pelos impostos diretos.

Teoricamente, o que deveria ser? Empresas financiando campanhas políticas daqueles (estas e todas as empresas têm interesse em que o país evolua, amplie sua economia e obtenham lucros e crescimento a partir daí) políticos que apresentem a melhor proposta de crescimento no sistema capitalista. Ponto.

Estamos num sistema travestido, onde o que importa é corromper, ser corrompido, ganhar alguma coisa, afinal. Sai o financiamento das empresas e entra o financiamento público. Isso não impede e não impediria o Caixa Dois. Esse país é uma piada dos que riem por último.

Poxa, gostamos de ser enganados? Esses politiquinhos (no diminutivo mesmo) que buscam amealhar seus parcos votos por cargos ou apoio político para aqueles municípios esquálidos, pousando de papagaio de pirata de políticos de maior portes, mas não menos inescrupulosos, querem, afinal, um tanto de centos e poucos votos, uma história para contar aos seus descendentes, que falsamente arrotarão o orgulho de um panfleto, sem avaliar caráter. Apenas isso.

Esses são pagos por nós, por estratégia de partido, futuros vereadores de suas comarcas. Elegerão pulhas, nada além disso. Mas eles não são nada, não elegem nada, Nós elegemos. Somos a mais baixa escória, os eleitores do lixo.

Esse texto não será lido pela maioria, aqueles ignóbeis candidatos e eleitores será condicionado pelos sorrisos, dinheiro, e outros atrativos.

E a coisa vai num círculo vicioso. Sirvo aos “grandes do grupo”, eles me usam e usarão, terei apoio, com ou sem capacidade, dominarei meu município, com meu grupo de vereadores e a pinga paga no buteco e a amizade conquistada manterá o país nesse lixo.

Aquele que poderia ser uma das primeiras economias do planeta, será sempre o motivo de riso do mundo. Educação no chão, saúde na calçada da frente das Unidades de Saúde, transporte à moda de sardinhas enlatadas…

Mas você sempre vai poder falar: sou amigo de tal deputado.

Vergonha.

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