Deputados debatem soluções para evitar furtos e roubos a sedes religiosas

Policiamento ostensivo nas igrejas, intensificação dos serviços de inteligência da polícia, inserção na rubrica de orçamento dos gestores municipal e estadual de mais três centros de tratamento, não dar esmolas aos moradores de rua, realizar uma triagem para saber quais não são da capital para que sejam encaminhados ao município ou Estado de origem, e que as igrejas reforcem a própria segurança são os encaminhamentos propostos pela reunião que debateu formas de impedir furtos e roubos a templos e igrejas em Campo Grande.

O encontro foi conduzido pelo presidente da Comissão de Segurança Pública e Defesa Social da Casa de Leis, deputado estadual Cabo Almi (PT). Também participaram os deputados Herculano Borges (SD), Dr. Paulo Siufi (MDB) e Barbosinha (DEM), vice-presidente da Comissão de Segurança Pública e Defesa Social e representantes da Segurança Pública, da Assistência Social da Prefeitura Municipal de Campo Grande (PMCG), da Defensoria Pública e da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul (OAB/MS).

O deputado Cabo Almi considerou que a melhor forma de evitar estas ocorrências é uma ação conjunta. “Infelizmente os templos têm sido profanados em Campo Grande. Todos vocês estão aqui para juntos encontrarmos uma saída que impeça esses acontecimentos a fim de garantir tranquilidade e segurança para quem frequenta esses locais”, disse o parlamentar.

O deputado Barbosinha reiterou a importância da participação de todos os envolvidos no processo. “O que podemos fazer em relação ao morador de rua, principalmente se estiver associado a questão do consumo de drogas? O número de moradores de rua é alarmante, mesmo com instituições de caridade que auxiliam, e o objetivo deste encontro é reunir segurança pública e outros atores que podem participar deste processo”, explicou.

O deputado Herculano Borges (SD) citou algumas informações obtidas sobre os crimes envolvendo templos cristãos. “Também participo desta discussão e obtive dados sobre as igrejas evangélicas que foram assaltadas. Foram levados equipamentos de som e do santuário. Queremos fazer uma iniciativa conjunta para acabar com essa situação. Alguns moradores de rua são ladrões e um denominador comum resultado desta reunião pode ajudar a enfrentar a situação”, relatou.

Dr. Paulo Siufi subiu à tribuna na Casa de Leis na semana passada para comentar o assunto. “Falei sobre as cinco igrejas católicas profanadas e vários templos evangélicos. Para nós católicos os sacrários violados atingem diretamente a nossa fé. Sei que o comércio também é invadido, além de outros locais, como casas e consultórios. Precisamos identificar quais os tipos de ladrões. O que vamos dizer à população que frequenta as igrejas? A responsabilidade não pode ser só nossa se existe a segurança pública”, considerou.

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