Eu quero vida, não política

O advento da Televisão vai acabar com o Rádio. A Internet vai destruir o jornal impresso. Se não houver horário eleitoral gratuíto acabará a política democrática. Qual deses argumenos se sustenta? Os dois primeiros. O terceiro não.

Chega a ser bizonha a exposição desses candidatos. Candidatos a que? A serem destaques nas suas famílias. Pose em perfil, coisa mais antiga, usada pelas parcas produtoras de imagens no Velho Centro-Oeste. Chega. Encarem.

As propostas, as mesmas, e aí o povo elege sempre os mesmos, antigos, que amealham votos na contagem dos pingados bois de piranha. Mulheres, não se elegerão, são apenas cotas, exceto algumas.

Patético Show de Horrores

A exposição dos candidatos. Para que isso? Não sabe brincar, não desce pro play.

Grande parte dos candidatos são adultos que viveram, na infância, a fase do goleiro dos campinhos de futebol; Ninguém queria no seu time, então eram escolhidos para o gol. Quase sempre eram os donos da bola “Drible”. Se eu não jogar, levo a bola embora. Hoje, nem isso. Coitados candidatos de nomes estrambólicos e estapafúrdios, uma piada mal contada.

Risível abuso de réus

Ou, não larga o osso. Candidatos e famílias tradicionais buscam permanecer na política, não que tenham feito alguma coisa de útil, até fizeram um tanto, mas destroem novas lideranças para que, dessa forma, possam ter oportunidades.

Quem, efetivamente, nesse jogo, concorre com chances para o Senado? Três. Alguma novidade? Não. É desejar fazer o trabalho em prol da população ou, em dois casos, conseguir “Foro Privilegiado”?

Corrupção ou Reserva para a caixinha do legislativo (assim, em minúscula mesmo)

Tanto se fala em “repasse” para o Governo do estado. Inocentes aqueles que acreditam que toda essa dinheirama vai para um bolso só. Tem uma história muito interessante, não comprovada – portanto não mencionarei os nomes aqui – de um deputado, a princípio aguerrido, que recebeu de presente numa determinada mesa de bar, de uma caixa de camisa, sem camisa, mas com uma quantidade em espécie (R$). Ou você aceita e entra no jogo, ou a gente racha isso entre os outros. Aceitou.

Propina sustenta a base de governo, sempre foi, espero que nem sempre passe a ser.

E a população tem seus momentos de lucidez

Ainda que batam, a aposta da vez é Alcides Bernal (deputado federal), levando consigo dois estaduais: Gerson Claro e Ivandro Fonseca (Não Evandro).

Isso pode até a levar a uma renovação. Quando chefe do executivo barrou o mensalinho. Pagou por isso. Provocou uma renovação na Câmara Municipal, não que tenha sido para melhor, até, acredito, muito pelo contrário. Hoje, novamente, os edis aprovando tudo, como se assinassem sem ler. Vergonhosa renovação(?).

Podemos discutir suas ideias, mas a Justiça, ainda que tardia, botou gente atrás das grades. Alguns ainda resistem, vários, também candidatos, outros elencados a cargos públicos no popular “cala a boca”.

Um tradicional, consegue mascarar como trabalho o que é, efetivamente, negócio de família. Os carcomidos conseguem boa votação por meio de acordos nos municípios, por seu parentesco ou assessorias competentes, que abrangem a população indígena e queda de braço, para inglês ver, nas diversas correntes “ideológicas” (kkkkkkk correntes ideológicas).

Que o novo venha e não nos decepcione.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s