Deputados manifestam apoio e ressaltam conduta idônea do deputado Zé Teixeira

Deputados estaduais manifestaram apoio e ressaltaram a conduta idônea do deputado Zé Teixeira (DEM), 1º secretário da Assembleia Legislativa, durante a sessão plenária desta quarta-feira (19). O parlamentar foi à tribuna e comentou os desdobramentos da Operação Vostok.

“O que houve não tem nada a ver com o meu mandato de deputado estadual. Sempre prestei todos os esclarecimentos quando solicitado. Tenho residência fixa e poderia somente ter sido intimado, até porque teria ido de livre e espontânea vontade. Nunca me neguei a prestar qualquer informação”, afirmou Zé Teixeira.

Ele contou que, há 37 anos, se dedica à compra e venda de gado e cumpre os compromissos à risca. “Inclusive, venho sendo fiscalizado desde maio de 2017 pela Receita Federal, departamento de Franca (SP), e toda a documentação está em dia”, garantiu.

O presidente da Casa de Leis, Junior Mochi (MDB), enfatizou a atuação ética e eficiente do democrata. “Homem honrado, que pude conhecer de perto quando assumimos [a Mesa Diretora] e que admiro pela gestão séria e transparente dos recursos do Legislativo”, disse. “O tempo é o senhor da razão e a verdade prevalecerá”, complementou Mochi.

Líder do MDB e vice-presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Irregularidades Fiscais e Tributárias do Estado de Mato Grosso do Sul, instaurada na Casa de Leis no ano passado, o deputado Eduardo Rocha lembrou que Zé Teixeira sempre esteve à disposição do grupo de trabalho. “Quando o deputado Zé foi citado, no dia seguinte estava nos apresentando documentações, notas e nos tirou todas as dúvidas”, reiterou Rocha (saiba mais aqui).

A CPI havia sido constituída para investigar a denúncia realizada pelos executivos da JBS, Joesley Mendonça Batista, Wesley Mendonça Batista e Ricardo Saud. O assunto também foi debatido na tribuna da Casa de Leis (leia aqui).

O deputado Paulo Corrêa (PSDB), que presidiu à CPI, também reconheceu a conduta de Zé Teixeira. “Conheço o deputado Zé há 25 anos e todos sabem da história dele. Durante a CPI, nos entregou um dossiê detalhando todas as operações de compra e venda de gado. Tudo fez parte do nosso relatório, encaminhado à Polícia Federal, ao Ministério Público Federal e demais órgãos”, contou.

O corregedor da ALMS, Maurício Picarelli (PSDB), qualificou o episódio como “triste e lamentável”. “Tudo isso, em nada afetou a moral do deputado Zé Teixeira. Inclusive, como corregedor, recebi várias manifestações de apreço à vossa imagem e manifesto a minha solidariedade”, informou.

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