Prevenção ao suicídio é tema de ações entre universitários

Na última semana da campanha nacional de prevenção ao suicídio, o Centro Universitário Anhanguera de Campo Grande promove a ação Setembro Amarelo: Dê um sorriso para vida, com atividades de valorização à vida. Na ocasião, estudantes participam de rodas de conversa com psicólogos e psiquiatras sobre saúde mental, autoestima, depressão e bullying em uma sala repleta de símbolos e mensagens positivas, montada especialmente para o evento.

Nesta quarta-feira (26/09), às 9h50, será realizado um bate-papo com a psicóloga Ana Maria Del Grossi sobre suicídio e automutilação e, às 21h, o encontro será motivacional, com o professor Ayron Assunção explicando como as estações do ano podem interferir e influenciar o estado de espírito. Na quinta-feira, às 21h, o psiquiatra Luis Gustavo Lazzaroto encerra o evento com orientações importantes sobre suicídio. Para participar, basta comparecer à Anhanguera, situada na avenida Gury Marques, 3233, saída para São Paulo.

Além de encontros com especialistas, a programação também promove acolhimento. Os acadêmicos de Enfermagem distribuem abraços a quem chega na instituição, com o objetivo de demonstrar respeito, carinho e atenção com o próximo. “É um gesto simples, mas com um poder transformador, capaz de deixar para traz um momento de tristeza ou de isolamento. Um abraço afaga, melhora o dia de cada um”, afirmou a professora do curso de Enfermagem, Sandra Demétrio.

Segundo o boletim epidemiológico sobre suicídio no Brasil, divulgado pelo Ministério da Saúde, o número de suicídios aumentou 12%, entre 2011 e 2016. Por ano, cerca de 11 mil pessoas tiram a própria vida no país e, por dia, 32 brasileiros são mortos pelo autoextermínio, taxa superior às vítimas da Aids e câncer. O levantamento também demonstrou que o problema é a quarta maior causa de morte de jovens entre 15 e 29 anos no Brasil. “São dados alarmantes que comprovam a necessidade de combater esse problema, que já se tornou de saúde pública. Todos os agentes da sociedade devem fazer parte desse trabalho e, nós, enquanto comunidade acadêmica, estamos colaborando e estimulando a valorização à vida”, concluiu a professora.

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