Haddad promete que vai fazer o que nunca fez, Bolsonaro irá penar

O candidato Haddad (PT) prometeu federalizar o combate ao crime organizado, reduzir homicídios etc, etc… Nunca fez. Seu partido nunca fez. Debater aborto e drogas. Nessa coisa de debater o PT e as esquerdas sempre foram muito bom, sem nenhuma eficácia. Bolsonaro terá que ter um jogo de cintura e capacidade que nunca teve.

Em uma coisa acertou: “Um presidente não pode impor seu ponto de vista”. Não mesmo, é Constitucional: “Nenhum dos poderes funciona isoladamente do outro, todos são interdependentes e possuem igual importância. No caso do poder executivo, cabe a este o poder e a função de executar as leis. Já o poder legislativo, é responsável pela elaboração e aprovação das leis. Daí surge a interdependência entre os poderes legislativo e executivo. Já o poder judiciário é responsável por julgar as leis conforme estão estabelecidas.

Foram 16 anos de governos petistas com uma série de desacertos. O politicamente correto tomou conta da Nação. O que Haddad fará? O crime organizado, ou não, sempre foi entendido como fruto da desigualdade social. A sociedade foi responsável por criar marginais. Até concordo em partes.

Agora, soluções de segurança pública têm que conter aspectos a curto, médio e longo prazos. A curto prazo devem ser definidos de imediato, sem longas discussões de intelectuais, regados à buffets, que demoram meses, ou anos, para elaborar um pauta, manuscritos e manuscritos onde afloram mais as vaidades pessoais do que soluções.

  1. Combater o crime e proteger os trabalhadores, de imediato. Está armado, é bandido. Isso é pequena parcela dos menos favorecidos, todos os outros querem estudar e trabalhar, mas são impedidos por estes “donos dos locais, bairros, vilas”;
  2. Desenvolver ações públicas de educação e esportes para os que querem e pretendem;
  3. Assegurar leis que impeçam “sou di menor” (*falo disso depois) conseguirem liberdade, ainda que hajam cometido homicídios, após poucos meses de “reeducação”(kkkkk). Assegurar leis que mantenham bandidos sem regressão de pena (Hoje, 1/6 da pena cumprida com “bom comportamento” possibilita a soltura dos marginais). Não bastasse, temos um ministro do Supremo Tribunal Federal que libera todos os bandidos de colarinho branco.

“Sou di menor” possibilita que o bandido que “faz” jogue a culpa no “di menor” que assume e cumpra poucos meses…

Qual é, afinal, o plano dos dois candidatos? Bolsonaro quer, mas não terá forças para fazer, porque o Congresso irá negociar essa questão, à base de troca… Haddad é um zero dentro de um partido que nos levou, ou nos manteve, na condição de assustados, temerários, sem condição de ir e vir, sem condição de se defender ou ser defendido pelas forças policiais que não podem confrontar os bandidos sem correr o risco de, eles serem processados e punidos perdendo suas funções, seu treinamento, seu salário, sua reputação e honra.

A única questão de segurança pública de Haddad é oferecer indulto presidencial ao ex-presidente, julgado e condenado. A única questão de Bolsonaro é conseguir negociar com o Congresso para impor seus planos de segurança, mas conhecendo bem, até porque esteve do outro lado, que as negociações são baixas, são apenas negociatas, onde se oferece 100 para obter 25, e a um alto custo.

 

 

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