Deus nos ajude porque as urnas nos eternizarão no inferno

Estatística mostra que Reinaldo com 58% bate Odilon com 42% de votos válidos

 

Estatísticos consultados pelo Cenário Capital (cenarioonline.com), realizando cruzamento da votação dos demais candidatos, Mochi – MDB; Amaducci – PSDB; Bluma – PV e João Alfredo – PSOL; e as possibilidades de migração desses votos para Reinaldo e Odilon, ainda para brancos, nulos e abstenções apontam a vitória, por votos válidos, de Reinaldo Azambuja – PSDB com 58%, contra 42% do juiz Odilon de Oliveira.

Reinaldo Azambuja perde muito com esse “seu jeito simpático de ser” com os políticos. Pouca paciência com conchavos e extorsões. Nos acertos, cobram e querem. Tem candidato que perdeu o “emprego”, sua boca ficou grande demais, mas na verdade a comida era muita para pouca boca. Trocando em miúdos, queria cargos aos quais não tinha condições de desenvolver, tanto que nunca, sequer, foi convidado para ocupar posições pretendidas na época que era vassalo de seu padrinho político.

Tem tanto político fazendo campanha contra – política e guerra – e na guerra se morre mais por fogo amigo. Eleitores de Mochi levam mais votos para Odilon do que para Reinaldo (aliás, dizem nos bastidores que Reinaldo não teria cumprido promessas feitas ao candidato do MDB – ou não teria se permitido ser chantageado – no primeiro turno) por isso o “biquinho de birra” de quem nunca teve personalidade forte. Amaducci carreia grande parte dos votos para Azambuja. Bluma e João Alfredo, só na preguiça, se der a gente vota.

Correm pesquisas dando grande crescimento para Odilon. Será? Pesquisas divulgadas, sinceramente, não são confiáveis. Prefiro os estatísticos que trabalham junto com sérios assessores políticos.

Candidato É VAIDOSO.

Aspones, ou como prefiro chamar de “moscas” das fedentinas dos políticos, exercem muito magistralmente essa condição. Poderia citar tantos que acreditaram no canto da Sereia…

Pesquisas são sérias, conforme nos relataram os estatísticos consultados, muitos mestres em sociologia.

O xadrez político é viciado e viciante. Quando se questiona as pesquisas… vamos perguntar: Quantos dos leitores foram entrevistados? Você já foi?

A pesquisa é direcionada? Sim. Parte da população se direciona pela pesquisa. “Se tanta gente vai votar “nele”, deve ser bom, não vou perder meu voto”. Isso é a tocada da votação.

Mas a provável eleição de Bolsonaro, ou de diversos governadores, ainda que a eleição seja plebiscitária (já que não tem tu, vai tu mesmo – ou nenhum) é o retrato fiel do Toca-se o f.

Nada e ninguém me representam. Corremos o risco de uma Venezualização: Se compararmos o discurso de Chaves antes da eleição, é o mesmo de Bolsonaro. Se pensarmos no discurso do Haddad, é o mesmo que nos enterrou à atual situação. Temos ainda o risco de diversos indultos presidenciais para condenados, como fez a president’a’ Dilma em relação à condenação de José Dirceu. (O nome é “JOSÉ” Dirceu, não ‘Dirceu’ – não denigram meu nome)

Seja aonde for, para governador ou presidente, estamos sem ou com poucas opções, talvez nenhuma. Eu aposto nas projeções dos estatísticos, que entendem, junto aos sociólogos, essa coisa terrível de nossa política, sem ética, sem classe, em prumo.

Deus nos ajude, porque as urnas nos eternizarão no inferno.

 

 

 

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