Escola do Legislativo e Frente Ambientalista trazem cineasta para lançamento de filme sobre o Cerrado

No dia 5 de novembro, a partir das 19h, no plenário da Câmara Municipal de Campo Grande, será apresentado o filme Ser Tão Velho Cerrado do cineasta, produtor e roteirista André D’Elia, que é conhecido mundialmente por produzir filmes documentários a partir da realidade de comunidades e seu bioma/meio em que vivem. Após o filme ocorre cinedebate com D’Ellia.

Esta é a primeira vez que André D’Elia vem ao Mato Grosso do Sul. O convite foi feito pela Frente Parlamentar de Vereadores Ambientalistas, que é coordenada nacionalmente pelo vereador por Campo Grande Eduardo Romero (Rede), e pela Escola do Legislativo da Câmara da Capital. A entrada é gratuita e limitada conforme capacidade do plenário da Casa de Leis, por isso é preciso fazer inscrição pelo site da Câmara.

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O filme documentário tem 96 minutos e foi produzido a partir da realidade de moradores da Chapada dos Veadeiros, em Goiás. Eles decidiram se unir para defender o meio ambiente. A partir da elaboração de um plano de manejo inicia-se um movimento para conciliar interesses dos agricultores familiares, comunidade científica, defensores do meio ambiente e grandes proprietários de terra.

A Escola do Legislativo e a Frente Parlamentar já tinham promovido cinedebate com filme de André D’Elia em 2015 com ‘A Lei da Água – Novo Código Florestal. Desta vez foi feito convite para o cineasta participar e fazer, por exemplo, suas observações sobre o que sentem as comunidades em relação à conservação de seus biomas e esta relação entre a história retratada em Goiás com o que está acontecendo com o Cerrado no Mato Grosso do Sul.

Eduardo Romero explica que a conservação do Pantanal e Mata Atlântica são temas mais claros aos olhos da sociedade, porém o Cerrado é o bioma no Estado que mais tem sofrido com recordes de desmatamento que está levando todo um ecossistema à extinção.

O parlamentar alerta para estudos que revelam que o Cerrado é responsável por 75% da vazão das principais bacias do País e que resta apenas 23,9% da vegetação original. O Estado já teve mais de 75% da área desmatada até 2010, segundo o IBGE.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, o cerrado se destaca não só pela diversidade de espécies de flora e fauna, mas sobretudo pela produção agrícola. Devido à expansão da fronteira agrícola brasileira, o bioma vem sendo degradado nos últimos anos para abertura de novas áreas de produção de grãos.

Sinopse

40 milhões de anos em um filme. Este documentário é uma grande campanha em defesa do Cerrado que sofre com desmatamentos recordes levando um ecossistema inteiro à extinção. Preocupados, alguns moradores da Chapada dos Veadeiros decidem se unir para defender a natureza.

Serviço

O filme será exibido às 19h do dia 5 de novembro, no plenário Oliva Enciso, da Câmara Municipal de Campo Grande. Interessados terão certificado de 4 horas aula. Para participar é preciso fazer inscrição gratuita e antecipada no site da Câmara. Chegar com antecedência. Mais informações: 3316-1534.

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