Projeto prevê reestruturação da parte pública da antiga rodoviária

A Prefeitura Municipal, finalmente, voltou seus olhos para a antiga rodoviária de Campo Grande, que no passado remoto abrigou o primeiro shopping desta cidade morena. Na quarta-feira (31), o prefeito Marcos Trad esteve em Brasília (DF) para apresentar um projeto no qual prevê a reestruturação da parte pública daquele prédio, com isso, a expectativa é que haja novamente uma grande circulação de pessoas na região e o comércio, principal vítima do fim da rodoviária, possa ser fomentado novamente.

Mídia 1

Conforme as informações, Marcos Trad, com apoio do deputado federal Dagoberto Nogueira (PDT) e do senador Waldemir Moka (MDB), pediu ao ministro do Governo, Carlos Marun (MDB), que o projeto de revitalização seja incluído no Orçamento do Governo Federal do próximo ano. O custo está orçado em R$ 15,5 milhões e entraria como parte do programa de revitalização do centro da cidade, entretanto, o Município não divulgou o quê se pretende fazer, exatamente, no local.

Segundo o prefeito, a revitalização contribuirá para o estímulo a concentração de atividades econômicas, sociais e de circulação de pessoas no antigo Terminal Rodoviário, bem como atrair novos serviços de vizinhança e oportunidades de trabalho, emprego e renda. A justificativa apresentada é de que o projeto preserva importante patrimônio público de Campo Grande.

Desde que os ônibus interestaduais e intermunicipais deixaram de operar na antiga rodoviária, o prédio, que não é público, foi abandonado pelos seus proprietários que, sem a circulação de pessoas, deixaram de vender e foram à falência. Os poucos que sobraram convivem com a insegurança da região, tomada por usuários de drogas e vândalos. Inúmeras propostas já foram apresentadas para a reestrutura do local, no entanto, nenhum projeto seguiu.

Recapeamento

Outro pedido do prefeito ao ministro foi para que seja incluído também o projeto de pavimento de 50 quilômetros de via urbanas, com prioridade para vias de maior fluxo de veículos. O recurso solicitado é de R$ 28 milhões, como é uma emenda impositiva, há garantia de liberação da verba ao longo de 2019.

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