O vaso sanitário que não usa água nem esgoto, a nova ideia de Bill Gates

William Henry Gates III, o popular Bill Gates, é o cara que criou, junto com Paul Allen, a Microsoft, a empresa de software mais importante do planeta. O empresário, dono de um patrimônio avaliado em mais de US$ 95,6 bilhões, agora está apostando numa nova ideia que promete revolucionar as nossas idas ao banheiro, trata-se de um vaso sanitário capaz de transformar os dejetos humanos em fertilizantes. 

Mídia 1

O vaso sanitário do futuro foi apresentada em Pequim (China), numa mostra voltada as questões de saneamento ambiental. O vaso trabalha sem água, nem esgoto, e separa os dejetos sólidos dos líquidos. O projeto foi financiado pela Fundação Bill e Melinda Gates e levou anos até ser completamente desenvolvido, com peças fabricada em diversos países.

“O vaso sanitário atual simplesmente manda os dejetos embora na água, enquanto esses vasos sanitários não têm o esgoto”, explicou Bill Gates, ex-executivo da Microsoft, em entrevista à agência Reuters. “Eles recebem os dejetos líquidos e sólidos e fazem um trabalho químico neles, o que inclui queimá-los na maioria dos casos.”, completou.

Gates confirmou que unidades do vaso já podem ser comercializadas, mas não deu maiores detalhes sobre quando exatamente começam as vendas, nem mesmo em que locais do mundo serão disponibilizados. Ainda segundo o empresário, alguns modelos estão sendo testados em países da África, como a África do Sul. Ele também está testando exemplares que funcionem com energia solar.

A expectativa de Bill Gates é que os novos vasos sanitários contribuem para reduzir as doenças causadas pela falta do saneamento básico em países menos desenvolvidos, especialmente na região da África e do Oriente Médio. Nas contas dele, pelo menos 500 mil crianças, de zero a cinco anos de idade, morrem no mundo todo por conta da diarreia e cólera.

O custo da invenção do vaso sanitário do futuro foi orçado em mais de US$ 200 milhões, aplicados desde 2011 até agora e, a Fundação Gates, prometeu investir outros US$ 200 milhões para atingir o objetivo do projeto, que é o de reduzir o número de pessoas que sofrem com a falta de saneamento. Atualmente, 900 milhões de pessoas precisam defecar ao ar livre por não terem um banheiro disponível.

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