Mulheres de movimentos sociais pedem inclusão social e mais políticas públicas

Promover a inclusão social e combater todas as formas de racismo e violência, bem como melhorias no campo do trabalho, renda, educação, cultura, esporte, lazer, saúde, assistência social dentre outros temas importantes para a promoção e garantia dos Direitos Humanos. Estes foram os pedidos de um grupo composto por mulheres de vários movimentos sociais ao prefeito Marcos Trad, que recebeu delas um documento elaborado no 1º Seminário de Mulheres Negras, Ciganas, LBT, de Terreiro, Indígenas e com Deficiência, realizado no mês de agosto.

Marcos Camargo Som

O evento debateu a realização de Políticas Públicas que atendam as necessidades da igualdade racial e de gênero em Campo Grande. Representando as mulheres ativistas, Mirella Bellatore Tosta, presidente da Associação de Mulheres com Deficiência de Campo Grande (AMDEF-CG), disse que pata ela e para todas da entidade foi uma honra muito grande participar do Seminário, da formatação do documento.

No documento, estão propostas para que as mulheres participem mais das ações de políticas públicas em Campo Grande. De acordo com Rosana Anunciação Franco, coordenadora da Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, há muitas ações que estão acontecendo no Município, mas não vem ao encontro das reais necessidades das mulheres.

“Durante o Seminário as mulheres se reuniram, conversaram muito e levantaram essas demandas para ver como expandir, como executar essas políticas e como o Município deve tratar isso. Nós, como gestores, estamos fazendo a nossa parte, colocando os movimentos sociais na pauta, se interessando do assunto, ouvindo, porque o importante é isso ouvir o que a base necessita”, destacou Mirella.

Ao receber a carta, o prefeito ressaltou que não é fácil para um gestor conseguir diminuir preconceitos e igualar direitos, porque o preconceito existe desde quando Jesus pregava a igualdade social. Mas, pontuou que tem trabalhado todos os dias pela representatividade de cada uma das mulheres que ali estavam representadas.

Também presente na solenidade, o subsecretário de Defesa dos Direitos Humanos, Ademar Vieira Junior, lembrou o simbolismo da data da entrega do documento. “Hoje, dia 20 de novembro, é um dia de luta e que não seja apenas mais um dia, que todos os dias busquemos mais ativistas e trabalhemos a questão da discriminação racial, que ainda existe em todos os lugares”, frisou.

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