Queima de arquivo e enroscos no caso da morte do ex-superintendente da SEFAZ

Conforme relatou uma pessoa do relacionamento do ex-superintendente de Gestão de Informação da Secretaria do Estado de Fazenda (Sefaz) Daniel Nantes Abuchaim (46 anos), ele foi de “inocente” com uma sabida malandra. Ele foi inocente, será que ela era, também, tão inocente assim?

Fernanda Aparecida da Silva Sylvério, tatuadora, proprietária da F3 Studio Tatoo, mulher com vasta experiência nos caminhos da vida, seria tão ingênua a ponto de se permitir, de forma gratuita e espontânea deixar tantas provas após um assassinato aparentemente tolo, por ciúme e assédio?

“… a Fernanda, até então tratada como assassina confessa, muda a versão e traz à tona a existência de um segundo elemento na prática do crime, sinalizando também a possibilidade de ‘interesses maiores’ terem motivado a trágica morte e que podem ter ligações com os esquemas de corrupção investigados pela Polícia Federal na operação ‘Lama Asfáltica’.”

Esse site havia colocado em dúvida a primeira versão da ré, mas a experiência nos diz e demonstra como trabalha a polícia na investigação de um assassinato:Todas as hipóteses são possíveis, nada pode ou deve ser descartado. Ele foi superintendente de tecnologia da Secretaria de Estado da Fazenda, cargo chave para dissimular possíveis desvios de verbas, na gestão de André Puccinelli, hoje cumprindo pena em regime fechado.”

Agora existe novo depoimento que envolve uma terceira pessoa, conforme publicado hoje: … a principal suspeita, que até então era tratada como assassina confessa, muda a versão e traz à tona a existência de um segundo elemento na prática do crime, sinalizando também a possibilidade de ‘interesses maiores’ terem motivado a trágica morte e que podem ter ligações com os esquemas de corrupção investigados pela Polícia Federal na operação ‘Lama Asfáltica’.”

Afirmamos, ainda que:Se condenada, haverá atenuantes: não foi motivo torpe, por dinheiro ou por um amor insano. Iminente ameaça à vida e à liberdade? Insanidade temporária ou coisa que o valha? Qual a condenação? 15 anos ou pouco mais. Com bom comportamento, 1/6 da pena, exatos 30 meses, ou 1,5 anos de prisão. Qual será o custo dessa prisão? Qual será o lucro da liberdade?”

Deixaram com a calça na mão

Essa alteração no depoimento foi sagacidade policial nas investigações ou traição no acordo proposto? Será que a polícia também acreditou ser estranha a primeira versão, onde a assassina confessa fez questão de deixar tantas provas, ou realmente existe uma segunda intenção de calar aquele que detinha tantas informações?

Repito o que foi exposto na primeira matéria: Não é nossa função exercer a função da polícia, sequer julgar, condição inequívoca da Justiça. Nossa missão é buscar obter os fatos tal qual ocorreram. E, como imprensa independente, estaremos atentos aos honorários dos advogados que defenderão a ré confessa, aos motivos alegados, ao tempo de demora a ser pautado o julgamento, à condenação e ao tempo de cumprimento de pena.

Ainda que não seja nossa seara, cuidaremos dos dentes desses coelhos e das moitas que eles saem.”

 

Um comentário sobre “Queima de arquivo e enroscos no caso da morte do ex-superintendente da SEFAZ

  1. Até o exato momento a acusada está sendo assistida pelo defensoria pública, amigos e familiares se reuniram para fazer rifas, almoços e tudo que pode para tentar pagar um advogado de defesa.

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