Vexame dos reajustes que acabou com o “papai me salva”

Beira o ridículo esse compadrio entre vereadores e executivos. Valeu a força da rejeição dos eleitores ao aumento (espúrio) dos vencimentos de legislativo e executivo.

Baseado em “sabe-se lá o que” do presidente e de outros vereadores da Câmara Municipal de Campo Grande, que projetava – sem a menor condição de conhecimento econômico –  um crescimento para 2021, votaram aumentos para o “colegiado”, distante da realidade da população em, em alguns casos, aumentos superiores a 100%.

Sobrepujaram o aumento estabelecido pelos reais economistas de um aumento para o salário mínimo nunca superior a 6%.

Temos um grupo de gênios em Campo Grande.

A pressão popular, mais pelas redes sociais do que por pressão física efetiva, foi preponderante. Como se diz no jargão popular: “Pediram o Penico”.

Acabou o asfaltamento, ou acabou a paciência?

O Exército Brasileiro tem uma equipe técnica altamente qualificada. Isso é fato. Em Campo Grande o Exército não concluiu com êxito o asfaltamento da Rua Brilhante. Tem coelho nesse mato.

A parceria foi assinada pelo ex-prefeito Alcides Bernal em 2016 para execução de 12 km das vias Rua Brilhante e Guia Lopes, Rua Marechal Deodoro, Gunter Hans e Avenida Bandeirantes, orçada em R$ 24 milhões, valor inferior ao de “mercado” das antigas empresas prestadoras desse tipo de serviço, pertencentes a empresários que se encontram “meio que enrolados” com a justiça.

A qualidade do asfalto foi contestada pelos engenheiros do Exército, o que causou, já de início, certo atraso nas obras.

Em abril de 2018, o prefeito Marquinhos Trad reduziu 18 milhões do convênio e prometeu nova licitação, parece que sem considerar  a já firmada com o Exército, mas repassando para as tais “empresas”.

Vai dai que?

Ladeira abaixo

Tem vereador estabelecido em sua casta. Tem vereador ladeira abaixo. Tem vereador novato mantendo a ferro e fogo sua casta. Tem vereador que se acredita acima de tudo e todos, ainda na arrogância de uma eleição “satisfatória” e que lhe garante a reeleição. Tem vereador que se sustenta na família…

Tem vereadores que se acreditavam deuses eleitos e que foram escorchados da política, assim como deputados, também execrados pela população. Acordem, senhores. Acabou.

Os atuais políticos, que ainda não estão envolvidos com a Justiça, vem tendo uma atuação pífia (em sua maioria). Se houvesse uma pesquisa séria, não encomendada, veríamos que a situação está difícil. Muita gente que se considerava acima e além do voto, caiu. No caso dos vereadores, é bom que se segurem no lema daquele com mais experiência que sempre propalou que “vereador defende vereador”. Mas ele tem todo um trabalho em prol da Capital e de seus cidadãos, mantendo as quermesses, jantares, almoços e ações pontuais por esse ou aquele eleitor de sua base, ainda que até hoje, após tantos anos, não tenha um trabalho relevante, ainda que Comunitário Mesmo”.

Cadê projetos?

Alçado ao cargo de ministro, Luiz Henrique Mandetta (Giza) está na mira do presidente eleito Jair Bolsonaro. Colocado sob pressão pelo DEM, Mandetta é investigado e réu – ainda não sentenciado – e é um dos poucos ministros que não apresentou projeto para a pasta que deverá ocupar.

Ou seu primo, senador eleito Nelson Trad Filho consegue alguma relevância política que não seja apenas pendurado em seu sobrenome; seu primo Marquinhos Trad, prefeito de uma Capital lhe dê as bênçãos, ou o articulado deputado federal eleito Fábio Trad negocie e proponha que o ministro contará com sustentação para os seus desconhecimentos, ele estará fora em pouco tempo.

15 ministérios

Era essa a promessa de Bolsonaro, antes de derrapar na necessidade de articulações políticas com a Câmara Federal da qual fez parte – baixo clero que soube fazer um marketing promissor. Conseguiu compor um ministério robusto, coeso, com ideias e ideais que se aproximam, mas teve que baixar a guarda para alguns ministros que seriam ótimos secretários dos mais remotos municípios do Brasil.

Aquela coisa do “deixa o garoto ali numa mesa enquanto nós tocamos os negócios”. São 20 ministérios agora, ainda que continuem a ser 15.

Valha-nos!

Conforme comentário preciso do Cleider de Souza Costa…

Gleisi Hoffmann disse ontem que “não haverá pacificação no Brasil enquanto o Lula estiver preso”. Eleita e paga pelo povo, está agitando, a olhos nus da polícia e da justiça.

Agora meu comentário…

“Pode não haver pacificação, mas cortaram a corrupção para comprar armas…”

 

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