Michele salvou o Brasil das asneiras do cerimonial

A primeira dama Michele Bolsonaro salvou o Brasil de um vexame provocado pelo cerimonial da presidência. Ninguém se entendia. Enquanto o presidente discursava, os cerimonialistas discutiam por detrás dele e sendo captados pelas câmaras.

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A cerimonialista seguia próxima e a frente do presidente, vice e esposas, aparecendo mais na fotografia do que…

Felizmente Michele roubou a cena, rompendo o protocolo e proporcionando um show de popularidade, além de ressaltar que será ativa em diversas funções e quebrando o estigma de que os excluídos não serão contemplados no governo Bolsonaro. Parabéns – dessa vez sim – Primeira-Dama.

Mais que saia-justa

Depois da saia-justa do cerimonial, que não se atentou para o fato de que a tradutora de Libras estava com vestindo na mesma cor e tonalidade da primeira-dama, às pressas providenciaram um paletó preto dois números menores… Paletó justo e incompetência.

Para continuar calmo, o carroceiro mudou os cavalos

Azambuja, após quatro anos, parece que consegue dar rumo às suas aspirações de governabilidade. Longe dos grilhões do ex-governador e ex-detento André Puccinelli, mentor de Junior Mochi, até então presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul e, emplacando o PSDB (do também instável) Paulo Corrêa na presidência daquela Casa, ganha fôlego para tocar um projeto mais ousado. Um projeto de governabilidade. A questão é definir o 1º secretário. Sem entraves dos velhos carcomidos que não largavam o osso, mas foram excluídos pela população, a briga é feia entre os que sobraram e os novos que, ainda, não têm força nem voz.

Reinaldo saiu do remédio para o placebo

Placebo é toda e qualquer substância sem propriedades, administrada como se tivesse propriedades terapêuticas. A palavra placebo vem do latim placere, que significa “agradar”. Assim o governador teve que agradar uma determinada corrente e substituiu um secretário técnico e competente por um político do cone sul do estado. Nem tudo está tão bem no comando da carroça.

Quem comanda

Ficam os velhos detentores do poder que, ainda dessa vez sobreviveram. Onevan de Matos, Paulo Corrêa, Professor Rinaldo (PSDB), Zé Teixeira (DEM), Felipe Orro (PDT), Eduardo Rocha (MDB), Londres Machado (PSD), Herculano Borges – que fala com Deus – (Solidariedade) e Lídio Lopes – que é próximo de Deus – (Patriotas). Nove próceres a comandar os inexperientes ou inexpressivos outros 15 deputados. Não há luz no fim do túnel, pois ainda estamos na metade desse trajeto.

E o ministro ensinando o presidente a ser “populista”

Não viu quem não quis o ministro Onix Lorenzoni entregando a bandeira do Brasil ao presidente Bolsonaro e orientando para que ele a girasse para o público. Depois de seu discurso e do discurto – em Libras – da primeira-dama, não necessitava disso; mas caiu bem no gosto do público.

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