Ministro Luiz Henrique Mandetta é um político incapaz e pau mandado

Senhor ministro, deixe de manter as sandices que perpetuou enquanto secretário. Lembra? Não evoluiu um centímetro na Saúde de Campo Grande. Seu grande feito foi elaborar um sistema de gestão – Gestão de Sistemas em Saúde (GISA) – analisado pela Justiça. O sistema de saúde sempre foi falho. Assuma seu lugar de político e deixe para quem tem competência gerir a saúde pública.

Gestão – Apresentado como solução para agilizar atendimentos em saúde e permitir rápido acesso a documentos de pacientes nas unidades de saúde, o Gisa recebeu investimento de R$ 8,1 milhões em recursos do Ministério da Saúde e seria desenvolvido pela Contisis. Contudo, segundo o MPF, auditoria da CGU (Controladoria-Geral da União) indicou supostos favorecimentos, fraudes e falhas da licitação até o cumprimento do contrato. (Campo Grande News)

O senhor, notadamente faz parte da equipe da “famiglia Trad”, é pau mandado, apenas isso. Durante sua gestão a saúde na Capital de Mato Grosso do Sul foi espúria. Agora, montado o esquema de Fábio, deputado federal, Nelsinho – acusado em vários processos, você como representante de um ministério achado às pressas e que não deverá perdurar , Simone Tebet, da equipe, tenta fazer algo para o qual não tem competência.

O Terceiro Turno foi estabelecido pela gestão Bernal, por determinação do secretário municipal de saúde, Ivandro Fonseca. Ponto. As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) mantinham plantões até as 21 horas, permitindo que trabalhadores pudessem manter sua saúde preventiva, evitando o acúmulo de atendimentos nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

Outros programas e projetos foram estabelecidos: Posso Ajudar, “terceiro turno”, Equipe Móvel etc etc etc.

O sócio do Nelsinho Trad, amigo de Marquinhos Trad, acabou com todos os programas, mas os retomou com novos nomes e menor consistência e arrojo. Vem fazendo isso paulatinamente. Chega a ser vergonhoso um profissional se submeter a isso, mas, tudo é política.

Agora, vem o senhor, na posição de ministro – na posição não, na condição de ministro – dizer que copia de um outro estado o que foi feito aqui?

Responda: por que Campo Grande executou tantos projetos sem que arranhasse as finanças públicas. O que é para o senhor ministro a Saúde: custo ou investimento?

Aumentos abusivos nas verbas das Câmaras não representam nada. Perder vidas é apenas uma consequência, uma estatística.

Afinal, por qual motivo existem tantos municípios. Havia uma lei, revogada durante o governo petista, impedindo a criação de novos município.

Municípios geram apenas gastos: Vereadores, Secretários, gabinetes, prefeito e vice… Mas a saúde, segurança e educação são despesas;

Então…

A conta do péssimo atendimento por falta de insumos, medicamentos, profissionais recaem nas costas dos trabalhadores da saúde.

Senhor ministro, pessoas estão morrendo por falta de medicamentos de, por exemplo, leishmaniose, responsabilidade única e exclusiva de distribuição pelo seu ministério.

Resolva, assuma seu cargo de político – não concorreu pois seria indicado – e deixe a saúde para aqueles que têm capacidade; deixe a saúde curar.

O senhor informou que sua proposta é inspirada em uma experiência de Porto Alegre (RS), que tem três postos de saúde funcionando até as 22h, com a promessa de mais cinco até o fim do ano. Campo Grande fez mais do que isso, durante a gestão Bernal/Ivandro Fonseca. Colocou diversos postos atendendo até às 21 horas, hoje o atual subserviente do prefeito Marquinhos Trad, propõe atendimento extendido até às 19 horas. Levando-se em conta o que o atual prefeito fez com o transporte público urbano, impossível chegar nesse horário. Mesma situação do horário de almoço. Quer jogar para a plateia, ao menos tenha competência para isso. Não resolveu, não resolverá, mas dá pra fazer um belo discurso de campanha.

Outra coisa que me intriga, com tantos afazeres como atender em seu consultório e dar aulas em faculdades, cadê tempo para que o secretário atue em suas funções públicas?

Ministro

Nos tranquilize, responda à justiça os casos pelos quais está sendo acusado. Resolva os pouco mais de R$ 8 milhões que “aparentemente” desviou no Gisa, seja humilde para reconhecer que as ações nasceram aqui em Campo Grande, ainda que executadas por um adversário político…

Senhor Mandetta, por fim, negue que o esquema na saúde pública implica seu grupo: ex-prefeito, ex-governador, ex-presidiário e ainda sob a mira da justiça, André Puccinelli; ex-prefeito e com bens indisponibilizados pela justiça, atual senador eleito por essa população que perdeu o direito de reivindicar seus direitos, Nelson Trad Filho; ex-secretário de saúde e acusado de funcionário fantasma, excorchado pela população nas últimas eleições, Paulo Siufi; seu títere, ex-secretário e ex-vereador Jamal Salém; e, por fim o atual secretário, sócio de Nelson Trad Filho em consultório, que aventa para si as ações desenvolvidas por outros, Varela.

Senhor Mandeta, nãos são seus familiares e amigos que morrem à mingua nas UPAs, por falta de profissionais, por falta de medicamentos, por falta de repasses, por falta de insumos. Prefeitos, secretários, adjuntos, ministros podem recorrer dos melhores hospitais do país. A população não. Os profissionais da saúde não podem exercer no pleno, suas habilitações, os administrativos trabalham em sobrecarga. Afinal, o que é um ou outro suicídio quando os corpos não são lançados aos seus gabinetes.

Senhor ministro, deixe de projetar programas e honre sua profissão.

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