André Puccinelli, doce fascínio, dolce far niente, e a política inexpressiva de MS

Impossível não mencionar o espaço midiático que o ex-governador André Puccineli perdeu na mídia após sua prisão. Qual seu futuro político? Candidatura, no momento, está descartada, afinal seria colocar o pescoço na forca, coisa que sua intuição não pede e seu juízo não permite.

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Mas a questão que se coloca versa sobre suas diversas “crias” que ficaram, nas últimas eleições, e ficarão abandonadas. Deputados federais, estaduais, prefeitos e vereadores. Pobres, mambembes jogados à sarjeta. Alguns filhos de pastores que André usou e abusou em busca de pingados e substanciosos votos, perdidos, sem consistência política ou pessoal, sem personalidade definida, agora títeres nas mãos de políticos mais experientes, e que ainda assim terão votos para outros cargos, oriundos de suas falsas determinações religiosas. Não é?

Outros tantos considerados os bobinhos de suas cidades, levados a reboque como capachos do ex-governador que, vez por outra se espana como expoente da política sul-mato-grossense. Triste realidade que não lhes arranha, pois o Parque dos Poderes está separado da população como se houvesse uma bolha imaginária, intransponível.

André Puccinelli é uma entidade mentora, sem substância física. Seus súditos, ilusões etéreas. Ratos a se balançar nos cabos de atracação, prontos a dar o bote ao mar antes que o Navio afunde. São Ratos, sempre serão ratos, nada além disso.

André Puccinelli não pode e provavelmente não será candidato, mas tenta desesperadamente se manter como timoneiro de um navio sem rumo. Ou será, ancorado na falta de qualquer outra autoridade política. Os Trad não são ícones, são apenas uma tradição de nomes que, somados, elegem seus representantes. Após a fuga do PMDB (agora MDB) e os inevitáveis atritos com Puccinelli, arriscaram domar partidos e se deram bem nas últimas eleições. Prefeito da Capital, senador e deputado federal. Isso também reflete a falta de expoentes políticos.

André agora está na base do “Passarinho quando está na muda não pia”. Vacila entre a posição que já teve, as caminhadas solitárias, e o papel de papagaio de pirata, ou alguém não lembra de suas aparições durante votações na Câmara de Deputados, mirando se colocar à frente das câmaras de televisão, como se importância tivesse, ou houvesse dado algum peso para evitar sua prisão?

Cai com André todo um séquito de puxa-sacos, políticos menores. O ex-governador saboreou o amargo sabor de tantos anteriores, que foram grandes nas terras do Velho Centro-Oeste e maiores nas terras Brasilis, mas que a justiça, “Quæ Sera Tamen” está continuamente relegando ao seu merecido espaço.

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