Desacreditado, Lula ainda se acha o ‘Rei da Cocada Preta’, ou é deboche?

Nem sei se Cocada Preta pode ser considerado politicamente incorreto, talvez receba críticas por isso, então mudarei para “o último biscoito do pacote”. Mas é difícil até para a oposição aceitar que um ex-presidente se preste a continuar cavando após chegar ao fundo do poço.

Lula nunca aceitou a derrota, talvez tenha criado em seu psique (palavra relacionada com a psicologia, e começou a ser usada com a conotação de mente ou ego) a imagem de um incerto deus (também é a palavra com origem no grego psykhé e que é usada para descrever a alma ou espírito) acima e além de todos nos mortais.

Quando foi derrotado, já em 1989 por Fernando Collor de Mello, Lula anunciou a instalação de um governo paralelo. Que nunca fez nada, além de uma oposição tacanha.

Esse governo tinha como objetivo fiscalizar as medidas adotadas pelo então presidente e enviar propostas ao governo. Vejam a relação de líderes(?): Lula, o então deputado José Dirceu (SP) e o senador Aloizio Mercadante (SP), e pretendiam, além de fiscalizar Collor, “treinar” para um eventual governo do PT no futuro.

“Vamos mostrar o que faríamos em cada situação concreta se estivéssemos no poder”, afirmou Dirceu à época. Segundo ele, o PT queria mostrar “a vocação para o governo” que o partido teria. Todos nós conhecemos o final dessa história.

Entre outros, faziam parte do “governo”, no papel de “ministros”, a ex-governadora do Rio de Janeiro, Benedita da Silva, o senador eleito Cristovam Buarque que escafedeu-se do PT; e Paulo Paim (RS).

O Partido que nunca respeitou a Constituição, que se recusou a assinar, propunha mostrar ao país o horizonte esplêndido. Deu no que deu: um tanto de avanço e outro tanto de avanço no dinheiro público. Não se eternizou no poder, e só não se eternizará na prisão pois, nesse caso, aceitarão as benesses das nossas leis de queijo suíço, cheia de buracos.

Agora

Parece piada, mas não é. De sua cela na Polícia Federal de Curitiba, Lula pede enfrentamento ao governo Bolsonaro em mensagem ao para Jean Wyllys.

Olha para o espelho e se enxerga líder. Atribui a si um poder que não tem. Mentiu tanto que, enganando-se, acreditou nesse universo paralelo. Assim como o governo paralelo, essa oposição que parte de uma prisão e tenta influir no Palácio do Planalto, já não tem respaldo. Agora que se mantém sóbrio, entenda que Bolsonaro não foi eleito, foi uma opção real ao ex-petismo e seus descaminhos. Tenta reorganizar a esquerda para saber lidar com “tempos difíceis”, nas palavras do próprio petista. Tempos difíceis e longos, afinal quem apanha nunca esquece e a população não parece disposta a esquecer os desvios e desmandos.

Em tuítes divulgados nesta quinta-feira, o deputado federal Jean Wyllys (Psol-RJ) disse que presenteou Lula com seu mais recente livro “Tempo bom, tempo ruim”. Como retribuição, recebeu uma carta do ex-presidente agradecendo o carinho e pedindo um “forte enfrentamento político” ao novo governo.

Com informações do Top Midia News

 

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