A política na porta da delegacia, um passo e estão presos

Mesmo quem votou ‘neles’ está feliz por saber que podem ir para a cadeia. A arrogância é a mesma, tenham qual ideologia tiverem. (Esquerda, Direita, Centro). Mentira! Não têm ideologia, têm quadrilhas.

Aos poucos estão baixando a cabeça – ainda que seja para ocuparem seu devido lugar no camburão.

Houve um tempo em que as denúncias levadas a público mereciam a seguinte resposta: Sou inocente (as prisões são, todas, grandes cidades de inocentes), vocês têm que pensar no que a minha família e meus filhos estão passando.

Imagino o que eles estejam passando hoje, assistindo as “delações premiadas” recheadas de suas participações em falcatruas. Pior ainda, quando vocês são os denunciados nessas delações, ou criaram seus filhos à sua imagem e semelhança?

 

Presidentes militares morreram pobres, mas seus ministros…

Pelo jeito estamos repetindo os passos do golpe civil-militar de 1º de abril de 1964. À época, os militares, cooptados pelos canalhas civis, mantiveram sua índole, mas permitiram diversos escamoteios de dinheiro público por parte de diversos ministros. Sob a égide da censura, tudo era sabido e nada era divulgado.

Os militares ficaram com o ônus, os civis com os polpudos bônus.

Agora, em pleno regime democrático e com os militares mais propensos a um nacionalismo que nos propicie desenvolvimento como povo, seu chefe maior está se permitindo envolver em descasos provocados pela família e pelos assessores. Resta a questão: proteger a Nação ou proteger ao chefe?

Como profetizava George Orwell: Todos são iguais, mas alguns são mais iguais que o outro.

 

Quando teremos?:::

Menos feminicídios e agressões às mulheres?

Afinal quando o homem voltará a ser homem? Tanta gente pagando pena por crimes menores, enquanto agressores de mulheres e crianças estão à solta. A coisa da pena de “manter distância da vítima” já está provada na prática que não funciona. O réu comumente tem endereço fixo e profissão – por fora –, por dentro não se livra do enorme desejo de “lavar com sangue” o que acredite ser seu direito. ELA É MINHA, GRITA, como se sua esposa, companheira, amásia, namorada, o que quer que se defina fosse um troféu, menos ainda, uma peça de roupa, um trapo a ser usado e descartado.

Ataques ao grupo LGBT?

O que me importa a preferência sexual de quem quer que seja? A menos que me importe porque vejo nele a determinação que não fui capaz de ter para assumir meus próprios desejos.

Não gosto de ver casais homossexuais se beijando nas ruas, em cenas explícitas de carinho no transporte público. Sou assim, não gosto; mas ainda prefiro isso a ver moradores de rua assassinados, a ter que cumprir pauta de mulheres, ou homens, assassinados por divergência de convívio. Um beijo, ainda que me cause certa estranheza, ainda será mais digno e melhor do que a agressão e a violência.

Tanta coisa para fazer na vida e tanta gente se preocupando com a opção sexual do outro.

 

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