Próximo de mais uma reeleição, Ricardo Ayache completará uma década frente à Cassems

Acontece no dia 1º de março a eleição na Cassems (Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul), uma das entidades mais respeitadas e bem administradas do centro-oeste e de todo o país. O atual presidente, médico cardiologista Ricardo Ayache, lidera a chapa “Inovar Sempre Para Fazer Mais”, única registrada para o pleito, tendo Ademir Cerri como 1º vice-presidente e Alexandre Junior Costa para 2º vice-presidente. O novo mandato do gestor vai até o ano de 2022.

Ao todo, 50 mil associados podem participar da eleição, que é realizada através do voto direto. Conforme as informações da assessoria de imprensa da Cassems, para participar do pleito, os associados devem estar em dia com a contribuição financeira. No dia do pleito, eles deverão procurar uma das 76 Unidades Administrativas, munidos da carteira da Cassems e de um documento oficial com foto. Serão 153 sessões de votação em todo o Estado. Na Capital, além das unidades da Cassems, também serão montados postos de votação no Detran e Hospital Regional.

Com a reeleição, Ayache vai completar, em 2020, 10 anos de administração da Cassems que, por sua vez, atinge a maior idade (18 anos) em 2019. E é errado não reconhecer o belíssimo trabalho que ele fez ao longo desta década, inclusive, se abstendo de ingressar na carreira política para dedicar-se exclusivamente à Cassems. O patamar grandioso que a instituição atingiu foi graças ao seu talento, um expert em gestão pública. Os números que provam isso são impressionantes, são 10 hospitais, quatro centros de prevenção, Clínicas da Família, além de ter sido o primeiro plano de saúde a ter um portal de transparência no país, entre outros feitos e fatos.

Em entrevista à imprensa, Ricardo Ayache colocou que a meta para essa sua nova gestão é ampliar os hospitais de Dourados, Campo Grande, Naviraí, Paranaíba e Aquidauana, além de construir novos centros de prevenção. Outra pauta que deverá ser trabalhada nesses três próximos anos diz respeitos às cidades do interior, onde existem dificuldades para ofertar algumas especialidades médicas, além da falta de leitos em UTIs, principalmente, nas pediátricas. Também deve ser ampliado o serviço de Clínica da Família.

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